segunda-feira, 19 de maio de 2014

terça-feira, 13 de maio de 2014

Pequenas Histórias - O Amanhecer na Cachoeira do Jaguar - Vale do Amanhecer


Pequenas Histórias - O Presidiário Conselheiro - Vale do Amanhecer


Pequenas Histórias - Almas Gêmeas - Vale do Amanhecer


Um homem de dois mundos - Tia Neiva


A História de Ditinho Pt 2 - Tia Neiva

A História de Ditinho Pt 1 - Tia Neiva



Sabedoria de Preto Velho


(Leia o livro clicando no link acima)


Pai João de Aruanda

O relato a seguir conta a história sobre este espirito amigo/pai que sempre auxilia com amor, sem julgar, conduz sem entrar no livre arbítrio, ensina com sabedoria e dedica-se muito para que os seus consigam superar esta fase encarnatória com consciência e dignidade conduzindo-se de forma crística a queimar todo o carma e nos voltarmos para Deus.

SABEDORIA DE PRETO ­VELHO é um livro escrito por Robson Pinheiro que conta a história de Pai João e seus ensinamentos e que através de suas mensagens nos alerta para tudo o que é necessário a caminhar com dignidade e amor ao Cristo, recomendo está leitura e logo, logo este livro estará disponível aqui no blog para que vocês possam conhecer melhor este grande Pai João de Aruanda. Salve Deus!


O espirito João Cobú, o amigo mais conhecido como Pai João de Aruanda, que se denominava Alfred Russell, identificava-­se como um médico norte-­americano, que havia vivido nas colônias do sul, ainda no período escravocrata. Dr. Alfred Russel fora homem de muitas posses, senhor de escravos. De volta à pátria espiritual, pediu para reencarnar como negro. A pele escura lhe daria oportunidade de se redimir perante a própria consciência – experimentaria a escravidão do outro lado da chibata. Aportou no Brasil por volta de 1753, vindo de Luanda, na África, sua terra natal. Nos coqueirais pernambucanos pôde refazer escolhas do passado e, privado da liberdade e do acesso à instrução que tivera, conheceu de perto a “mestra” dor. Ainda hoje Pai João reflete a respeito do sofrimento: “A dor é um instrumento de Deus muito mais eficiente que Pai João. Quando nego não consegue trazer um filho para os braços de Deus, então vem a professora dor, que é infalível. Ela sempre traz  os filhos de volta para os caminhos do Pai”.

Mesmo o negro mais viril não costumava durar muito na lavoura de cana de ­açúcar, todavia,  viveu mais  de 50 anos. Deixou  dois filhos,  que introduzira no  conhecimento do poder terapêutico das ervas.  Após curta permanência no plano extrafísico, reencarna na Bahia de Todos os  Santos em 1828. Espírito redimido,  que soube  extrair  da  dor  e  da  privação  as lições  necessárias, João Cobú  escolheria  novamente  a  pele negra  como  forma  de  aprendizado  sob  o  impacto  da  chibata  viveria  experiências que lhe fortaleceram definitivamente o caráter. Nesta experiência física, havia conquistado o respeito dos seus desde a  maturidade;  como ancião, tornou-­se  conhecido  nas  redondezas, reverenciado por seus conhecimentos fitoterápicos, em contato com os cultos afro-brasileiros da nação keto, ampliou sua habilidade no manejo das ervas e da magia, das quais extraiu todo o  potencial  curativo. Trabalhou  em favor  da  comunidade, relembrando seu  passado  na medicina, e assim revestiu-­se e profunda autonomia  moral.  Não faz muitos anos, tive contato com um representante de um terreiro na Bahia que, em suas memórias, guarda as histórias de um pai ­de ­santo chamado Pai João.

No ambiente repleto de magia e simbologia do sincretismo afro-­brasileiro, Pai João forjou sua maturação espiritual.  Desencarnou  no  ano  de  1900,  vítima  de  febre  amarela,  após  dilatado período de convalescença, aos 72 anos de idade. Apresenta-­se à visão espiritual como homem negro de aproximadamente 60  anos de idade, envolvido numa aura suave, com tonalidades que vão do rosa ao lilás. 

Barbas e cabelos absolutamente alvos contornam-lhe a face, em geral marcada por  um largo sorriso. Sua figura é ao mesmo tempo imponente e singela. Costuma vestir  um  terno muito  bem  alinhado, acompanhado  de  dois  acessórios: o crucifixo, que simboliza tanto o sofrimento do passado como a ascensão espiritual, e a bengala —  à  qual  dá o sugestivo nome de caridade, que representa a autoridade moral e a experiência do ancião.

A História da Recepção / Vale do Amanhecer



Adjunto Japuacy Mestre Waldemar palestrando sobre o inicio da recepção do Vale do Amanhecer, onde todos os templos de 1º, 2º e 3º estágio precisam ter para que possa receber os nossos irmãos pacientes e também para que possa informá-los em como conduzir-se na doutrina do amanhecer em seus primeiros passos.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Tia Neiva conta a história de um Doutrinador

  (Click na imagem e ouça o áudio)

Tia Neiva fala sobre um Doutrinador "tão bonzinho"
E a ilusão de nos acharmos "muito bom"

Tia Neiva fala sobre armar-se contra si mesmo


(Click na imagem e ouça o áudio)
 

Tia Neiva fala sobre a questão de se armar contra si mesmo







Tia Neiva fala sobre os trabalhos nos templos externos


 (Click na imagem e ouça o áudio)
 

 A Tia naquela época ja falava sobre a responsabilidade do certo e do errado do não julgamento e ja pedia para haver irmanação entre todos e se propunha a ir nos templos. Então vamos fazer isso também.




















A Incorporação...

Tia Neiva falando sobre a incorporação e mensagens que dizem que alguém é apará ou doutrinador.

Alertai, missionário, alertai!
(Click na imagem e ouça o áudio)

Esperança de um novo porvir...

Essa campanha do retiro especial esta alcançando seu objetivo. Pois o pensamento inicial era de movimentar a Doutrina em nossa região.Para que visualizássemos o quanto precisamos, e podemos crescer. Fico feliz com todos os meus irmãos motivados.  O Retiro Especial começou sem comandante, hoje já tem um, começou timidamente, hoje quase todos falam nisso, outras idéias estão sendo criadas graças a Deus. Neste momento do trabalho acho que seria uma boa idéia. Que os Adjuntos envolvidos trabalhassem na conscientização do próprio povo. No sentido de o quanto é importante essa movimentação, aproveitando para levar a Doutrina aos componentes. Deixando ao nosso Sub. Coordenador fazer a parte individual junto aos outros Adjuntos.

 Eu ainda sugiro que não tenhamos tanta pressa, pois esse projeto é de médio prazo a conclusão dele. Ele é constituído de várias etapas.  


Aqui vão as Etapas:


Conscientização - Divulgação – Propaganda  e por fim a realização do retiro.

Este mesmo projeto já esta ligado ao 1º DIA DOS ABATÁS DA REGIÃO NORTE. 

Ou seja, uma movimentação desta mesma forma como o RETIRO ESPECIAL.

Este é um comentário, o que vcs acham?

Salve Deus!
Adjunto Armon
Mestre Airton Lima

1º RETIRO ESPECIAL DOS TEMPLOS DO AMANHECER DA REGIÃO NORTE


Meus Irmãos este é o cartaz que será disponibilizado para divulgação do nosso 1º RETIRO ESPECIAL na nossa região com o comando do nosso sub coordenador, Mestre Joffre com o objetivo da participação do corpo mediúnico dos templos externos. A data do Retiro será divulgada, assim também como o templo escolhido no final de nossa enquete no dia 30 de maio de 2014, que está sendo feita em nossa página no FACEBOOK NAGOITO DO AMANHECER. Divulguem e participe. Salve Deus.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Vilela e as explicações sobre os 3 quadros pintados

Salve Deus!

Meus irmãos e irmãs, este vídeo era de fita VHS e foi transformado na época para DVD. A fita não estava boa e é claro que o vídeo não ficou melhor, mas acredito que pelo menos muito do vídeo foi conservado.
Ainda estou tentando melhorar a imagem e áudio. Então peço desculpas se não ficou tão boa quanto eu gostaria. Boa sorte!


 Click no link acima para assistir o vídeo:




























quarta-feira, 7 de maio de 2014

Estrela Candente em Teresópolis

Meus irmãos,
Este link vai para o vídeo do Trabalho de Estrela Candente realizado em abril em Teresópolis onde Adj Nagoito Mestre Messias esteve participando. Assista tenho certeza você vai gostar.

terça-feira, 6 de maio de 2014

É A NOSSA AÇÃO AGORA QUE NOS DIRÁ O QUE TEREMOS NO FUTURO.

Ainda vivemos algemados pelo sentimento negativo, estamos remoendo a todos os instantes as mágoas de um passado, deixamos que penetrem em nossa mente imagens de medo, desesperança e dúvida. É preciso esquecer o negativo, fortalecendo os pensamentos positivos. Sejamos alegres e confiantes busquemos as conquistas no mundo físico e espiritual, sejamos plenos em Deus.

A hora é agora, sejamos felizes, pois o universo sempre conspira em nosso favor, ergamos nossas cabeças sigamos sempre em frente, esqueçamos o passado pois não podemos fazer nada por ele, mas podemos fazer um novo futuro. Esse é o meu desejo para que possamos trazer o crescimento para a Doutrina do Amanhecer em nossa Região Norte.

É A NOSSA AÇÃO AGORA QUE NOS DIRÁ O QUE TEREMOS NO FUTURO.

Vamos descruzar os braços e esperar que alguém faça alguma coisa, FAÇAMOS NÓS ALGUMA COISA.

Salve Deus
Adj. Armon
Mestre Airton Lima

segunda-feira, 5 de maio de 2014

A HISTÓRIA DO DOUTRINADOR - Por Trino Maralto - Mestre Gilfran


Há muitos anos, em um jantar na casa da Vó Sinharinha, mãe de Tia Neiva, escutei pela primeira vez, a história de um espírito que foi trazido à presença de Nossa Mãe pelos Mentores, para contar sua história que deveria ser recontada aos filhos de Pai Seta Branca.

Eu era adolescente e fiquei impressionado com aquele relato. Foi muito interessante, pois à medida que a Tia ia contando, as imagens se formavam na minha mente e nunca mais as esqueci. Escutei pela primeira vez, a Tia contar a história e ela sempre falava que era a HISTÓRIA DO DOUTRINADOR.

Em um lugar do Brasil, final do século 19, havia um rico fazendeiro que possuía uma grande quantidade de terras e nela havia instalado “meeiros”. Os meeiros eram famílias que recebiam um pedaço de terra para cultivar e na época da colheita davam metade do que produziam para os donos das terras. Tinha um único filho, um rapaz muito bonito, forte e inteligente, que gostava muito de andar a cavalo pelas terras do pai.

Uma dessas famílias era formada por um casal de velhos e uma moça com 15 ou 16 anos, muito bonita e meiga, que ajudava seus pais no dia-a-dia daquela vida difícil. Um dia ao passar pelas terras desta família o rapaz viu a mocinha e ficou encantado com sua beleza. Ele achava que tudo que estivesse naquelas terras pertencia ao seu pai e consequentemente a ele, e sentiu-se no direito de levar a moça consigo. Colocou-a no cavalo e seguiu tranquilamente para sede da fazenda. O pai da moça, que estava na roça, ao ouvir os gritos da esposa e da filha saiu correndo e conseguiu alcançar o rapaz. Começaram a discutir e o velho tentou arrancar sua filha do cavalo. O rapaz desceu e começaram a lutar. Como era mais forte, ele acabou matando o velho. Colocou a moça novamente no cavalo e saiu como se nada houvesse acontecido.

Foi um desencarne muito violento! O espírito do velho saiu do corpo com muito ódio que nem completou o processo normal de desligamento do corpo físico. No processo de desencarne o espírito sai pela boca e se posiciona acima do corpo, a cabeça acima dos pés e os pés acima da cabeça. Num período de mais de 24 horas acontece uma transferência de energias, do corpo físico para o espírito com exceção de uma energia, a Centelha Divina, que fica no corpo físico e se torna o “Charme”, uma energia que é o registro daquela encarnação. Em caso de acidentes, o processo de desencarne começa mais 24 horas antes. Após este período de transferência de energias, os Médicos do Espaço fazem o desligamento do espírito, uma cirurgia espiritual, e o levam para Pedra Branca, onde ficará por mais sete dias. Então, chega o momento mais preciso! O espírito “acorda” e o Mentor o traz para o plano etérico da terra, onde de acordo com a sua consciência e seu livre arbítrio, ele tomará a decisão: partir junto com seu Mentor ou ficar preso na Terra por algum apego material ou sentimental. Este processo de desencarne não é uma “regra” geral, pois cada caso é um caso!

No caso daquele senhor, o pai da menina, ele desencarnou com tanto ódio que se tornou um obsessor. A velha não aguentou e morreu de tristeza. Após ficar algum tempo com a moça, o rapaz abandonou-a, e ela também logo desencarnou. O tempo foi passando... O fazendeiro morreu e o rapaz, agora um homem casado, assumiu o lugar do pai. Ele era um homem bom, justo e amoroso com sua família, com seus escravos e empregados. Todos gostavam dele. Morreu bem velho, deitado em sua cama com todos rezando e chorando ao seu redor. Em toda sua vida só cometera um erro, um grande erro!

Quando despertou nos Planos Espirituais e tomou consciência da sua última encarnação e, principalmente do “estrago” que tinha feito àquela família de agricultores, entrou em desespero. Ele pedia muito à Deus por uma oportunidade de reencarnar, para reparar o grande mal que causara aqueles seus irmãos. Queria voltar à Terra e ter uma vida de muito sofrimento. Seria cego, leproso e pediria esmolas por toda sua vida. Só assim ele achava que pagaria pelo seu erro. Como tinha “bônus” suficiente para reencarnar, depois de algum tempo foi chamado à presença dos Mestres responsáveis pelo reencarne dos espíritos na Terra. Eles disseram que para ele reparar o mal que causara, não precisaria ser cego, leproso e mendigo. Voltaria à Terra com uma missão e dentro desta jornada teria a grande oportunidade do reajuste Cármico. Iria reencarnar, novamente no Brasil, em Mina Gerais, numa cidade chamada Alfenas. Sua missão: ser um DOUTRINADOR!

Quando um espírito recebe de Deus uma oportunidade de reencarnar é feito um Planejamento Cármico, que envolve todos que de uma forma direta ou indireta, podem se beneficiar daquela encarnação. Ele escolhe os pais e faz, junto com seu Mentor, um compromisso espiritual de realizar o principal objetivo de sua volta à Terra: a sua evolução espiritual e daqueles pelos quais se responsabilizou. Pode ser uma vida onde o foco será apenas sua evolução, ou pode assumir uma Missão, onde também deverá ajudar outros seres a evoluir. Tudo ocorre sob a bênção de Deus e respeito ao livre arbítrio de cada ser.

Após tudo estabilizado começa a preparação para uma nova existência terrena. O espírito é levado para o Sono Cultural, onde passará por um processo de “esquecimento” de suas vidas transcendentais, a sua nova personalidade será “moldada” de acordo com a sua trajetória, e por fim, assumirá a forma de um feto. Se houver o compromisso com algum “Elítrio”, estes espíritos serão encaminhados para uma “estufa”, onde serão preparados para esta reencarnação. Mais ou menos no 3º mês de gestação, os Médicos do Espaço fazem a ligação do espírito com o corpo físico em formação, através da Centelha Divina, que vem de Deus Pai Todo Poderoso, que solda o espírito ao corpo físico e no desencarne se torna o “Charme”.

Nossa Mãe Clarividente dizia que se tivéssemos a consciência do que significa a oportunidade de reencarnar, daríamos mais importância à vida. Seriamos felizes apenas por estarmos aqui na Terra.

A história continua, agora em Alfenas, inicio do séc. XX, onde um casal de pobres agricultores luta com muita dificuldade, para ter o pão de cada dia. Eles tinham um único filho, um rapaz franzino, que além de ajudar na pequena roça, se esforçava muito para estudar. Este rapaz era a reencarnação do filho do rico fazendeiro.

Certo dia, indo para Alfenas vender alguns produtos, a carroça que levava esta pequena família caiu em uma ribanceira e apenas o garoto sobreviveu. Sozinho, machucado, caminhou até chegar a uma casa na periferia da cidade, onde foi recolhido por um senhor que tinha um Centro Espírita. Ao tomar conhecimento da tragédia, o bondoso homem assumiu a criação daquele órfão. Ele continuou seus estudos e também ajudava o “seu pai” nas atividades mediúnicas do Centro. Aprendeu muito rápido e logo seu pai percebeu que ele era portador de uma energia muito especial, uma força desobsessiva, e os casos mais difíceis ele já resolvia sozinho. Havia uma mocinha que frequentava o Centro e era apaixonada pelo rapaz, mas ele não dava muita bola para ela. A vida deste jovem transcorria de uma forma muito tranquila. Ele se formou, e como queria ser professor, foi fazer um curso de especialização no Rio de Janeiro. Lá ele conheceu uma moça da alta sociedade e se apaixonaram. Ao terminar o curso eles se casaram e voltaram para Alfenas. Quando chegaram ao Centro, a moça ficou muito chocada, pois o rapaz nunca lhe contara sobre o seu pai e nem sobre o trabalho mediúnico que eles faziam, sabedor do pavor que ela tinha pelo Espiritismo. Então ela, muito magoada, falou que ele tinha que escolher: ou ela ou o Centro!

O rapaz ficou muito desesperado, pois gostava muito da sua esposa. E decidiu! Foi falar com seu pai que não iria mais ficar no Centro, que já tinha dedicado toda sua vida aos trabalhos mediúnicos e que agora iria cuidar da sua vida, da sua família e da sua profissão. O velho, que era vidente, já havia alertado sobre uma grande divida espiritual, um cobrador que ele tinha e que um dia, com seu trabalho, libertaria este obsessor e saldaria sua dívida transcendental. Mais uma vez, tentou conscientizá-lo do seu compromisso, mas foi em vão. O rapaz estava decidido! Com algumas economias e uma parte do dote da esposa ele comprou um terreno, no alto de um morro, e construíram um bangalô. Este morro era cortado por uma linha de trem e o lugar era muito bonito. A casa era simples, mas bem arrumada. Tinha uma bela varanda e na sala havia uma lareira, onde o professor gostava de ficar lendo. Lecionava na escola Alfenas e todos gostavam dele.

Mas, o momento do reajuste se aproximava... Nos arredores de Alfenas, havia uma moça muito simples, com seus 16 anos e, de repente, enlouqueceu! Sua mãe, uma senhora viúva já não sabia mais o que fazer. Tinha levado-a a médicos, benzedeiras, a Igreja e nada, ninguém conseguia resolver o problema da jovem. A loucura continuava e piorava a cada dia. Já estavam amarrando a moça, para que não se machucasse e não machucasse ninguém. Então alguém falou para levar a menina num Centro Espírita, que ficava na periferia da cidade onde tinha um moço que curava “essas coisas”. E a mãe, no desespero, levou a menina até lá. Quando chegaram ao Centro o velho viu o “quadro espiritual” e falou que nada podia fazer. Que quem poderia resolver aquela situação era seu filho, mas ele não trabalhava mais ali. A mãe implorou para que o velho atendesse sua filha, mas ele realmente não podia fazer nada. Aquela menina era a mocinha, que tinha sido raptada pelo filho do fazendeiro, a viúva era a velhinha, mais uma vez como mãe da menina, e o velho pai era o obsessor, o espírito que fora trazido para aquele reajuste, para saldar a dívida, o compromisso espiritual do rapaz.

Então, por consciência e compaixão, o velho espírita deu o endereço do filho, para aquela mãe desesperada. Ela pegou a filha e começou a subir o morro. À medida que se aproximavam da casa, a menina ficava mais agitada e mais violenta. Estava anoitecendo e o professor lia, junto à lareira,

quando num barulho ensurdecedor, a porta foi derrubada pela menina, que havia se soltado das amarras e entrou urrando de ódio.

Os espíritos reconhecem seus “inimigos” por um “cheiro”, uma energia especifica, uma emanação que é individual de cada ser, como as impressões digitais, um “DNA Espiritual”.

Foi um impacto de frio e medo. Mas, bastaram alguns instantes, para que o professor tomasse consciência do que estava acontecendo. Lembrou do que seu velho pai lhe falava e sentiu que havia chegado a hora de resgatar as suas vítimas do passado. Como se pudesse ler seus pensamentos a menina deu meia volta e saiu correndo da casa, em direção ao precipício. Ele saiu correndo atrás, tentando falar com ela. A mãe, também correu para lá. A menina parou na borda do precipício. Lá em baixo um lanterneiro da estação de trem, observava tudo. O professor foi se aproximando, devagar, tentando “doutrinar” aquele espírito. Quando estava quase tocando o braço da moça, o obsessor a jogou no vazio, na escuridão. Neste momento, o professor chegou a “escutar a risada” do velho cobrador. A mãe, ao ver sua filha cair para morte, começou a gritar:

-Assassino, assassino! Você matou minha filha!

Então o funcionário da estrada de ferro correu até a cidade e chamou a polícia. De onde estava, parecia que o professor tinha empurrado a menina. Quando a polícia chegou e encontrou a mãe, que não parava de acusar o professor, teve que prendê-lo. Foi julgado, e pelas declarações da mãe e do lanterneiro, condenado. Saiu do Tribunal direto para prisão. Estava feita a “justiça”, o reajuste cármico, o resgate de uma família que havia sido destruída em outra vida, por um gesto impensado, por um impulso, um desatino. Lei de Causa e Efeito!

Sua jovem esposa o abandonou e voltou para o Rio de Janeiro, para casa de seus pais. Ele definhava, dia após dia, e apenas seu velho pai e aquela jovem do Centro, que muito o amava, o visitavam na prisão. O tempo foi passando e a jovem moça precisava também seguir o seu caminho. As visitas foram se tornando raras e suas esperanças também. Ele pensava muito na sua incompreensão e pedia à Deus a oportunidade de sair dali, para continuar com a sua missão, no Centro, junto com seu velho pai. Sua saúde estava abalada: a pancada de vento frio, que recebera no dia do “reencontro”, à beira da lareira, afetou sua visão e estava ficando quase cego. As condições de higiene daquela masmorra e a falta de sol estavam causando feridas por todo seu corpo. Como não tinha um corpo físico forte, parecia que não teria muito tempo de vida. Alguns anos depois, a mãe da moça, no leito de morte, pediu para chamar o padre e confessou que o rapaz era inocente e que ela tinha o acusado por não aceitar a morte da filha, que tanto amava. Pediu para que o padre jurasse que o tiraria da prisão, pois só assim ela morreria em paz. Então, como se Deus tivesse escutado sua prece, o professor foi inocentado e saiu da prisão. Foi direto para o Centro e ao chegar lá, falou para seu velho pai que estava de volta para trabalhar e ajudar as pessoas. O velhinho, que estava terminando seu tempo na Terra, olhou para o filho querido e falou:

-Meu filho, agora é tarde! Quem vai querer se tratar com você? Mesmo que tenha sido inocentado, sempre haverá certa desconfiança sobre você. E seu corpo, quem vai querer se tratar com alguém cheio de feridas? Como pode um cego guiar outro? Não, meu filho, agora é tarde!

Apesar da dor que sentia, o professor sabia que seu pai tinha razão. Pouco tempo depois, o velho partiu! Como não tinha mais condições de continuar no Centro, o professor terminou seus dias de vida, andando pelas ruas de Alfenas, CEGO, CHEIO DE FERIDAS E MENDINGANDO. Quando desencarnou e tomou consciência desta encarnação, este espírito foi tomado por uma grande frustração. Tinha, mais uma vez, desperdiçado uma oportunidade de evolução. Recebeu toda preparação e proteção para cumprir sua missão e se reajustar com seu cobrador. Até uma bênção especial ele recebeu. Lembram daquela mocinha do Centro, que ele não dava muita bola? Era sua Alma Gêmea que estava na Terra, para ajudá-lo. Salve Deus!

Naquela época (anos 70/80) que Tia contava esta história, este espírito já estava mais ou menos uns 50 anos.

Ela pediu para que quando fossemos participar de algum trabalho e lembrássemos dele, fizéssemos uma vibração de amor, para que ele conseguisse se libertar de sua própria prisão. Não sei qual é a situação deste espírito nos dias atuais. Que ele tenha se libertado e esteja nos ajudando no final deste Cíclo Iniciático que se aproxima.

Que esta história ajude aos meus irmãos Jaguares e a todos os meus irmãos em Cristo Jesus que ainda não compreenderam a grandeza e o significado de sua existência aqui na Terra.

SALVE DEUS!






Histórico do Adjunto Adejã Mestre Fróes

 
Meus irmãos em Cristo Jesus, Salve Deus! 
Estou apresentando, a seguir, a pedido de muitos missionários e missionárias, um resumido histórico da minha trajetória como médium na Doutrina do Amanhecer, paralelamente aos fatos e acontecimentos bons ocorridos até a presente data, não com interesse de aparecer ou coisa semelhante e, sim, como meio de mostrar aos novos e lembrar às minhas irmãs e irmãos veteranos o grande esforço e dedicação de nossa querida Mãe Clarividente, para nos trazer o verdadeiro conhecimento cabalístico e da vida fora da matéria. Siga os seus ensinamentos:humildade, tolerância e amor. A humildade e a tolerância, segundo ela, são envelopes que nos conduzem ao amor, o amor incondicional e este é a mola que move o Universo, a energia que harmoniza os três reinos de nossa natureza, nos proporcionando a faculdade da cura desobsessiva e da cura do plexo físico. Alguns irmãos afirmam que, se estamos na Terra não conseguiremos ter o amor incondicional, porque é uma característica dos espíritos de luz. Puro engano, a nossa Mãe nos ensinou que somente nos libertamos quando nada mais temos a fazer na Terra, quando o espírito se liberta das forças animais.
O homem pode constantemente sentir a força vital (animal), a força da terra e ter o amor incondicional, de forma natural e espontânea, uma coisa não elimina a outra. Como é um resumo, peço desculpas por estar omitindo muitos detalhes neste relato e o nome de muitos irmãos e irmãs que participaram, também, dos diversos acontecimentos aqui descritos, apenas estou querendo passar, principalmente, uma noção geral de tudo que vivenciei e a nossa Mãe nos trouxe e fez, durante um breve período de sua vida e ultima etapa de sua jornada física neste Planeta. Ingressei na Doutrina em dezembro de 1.973 após duas consultas com Tia Neiva e realização de trabalhos especiais nos Tronos. A segunda consulta foi determinante, quando ela me esclareceu da necessidade de participar dos trabalhos espirituais, mostrando-me que somente através do desenvolvimento da mediunidade poderia solucionar os inúmeros problemas que tanto me afligia no momento e outros que estariam por chegar, mesmo assim, antes de ingressar, apenas pela ação do trabalho especial fui surpreendido por um fenômeno, aconteceu uma cura desobsessiva, um dos principais problemas que me consumia naquele momento desapareceu de imediato, o que ajudou na minha decisão de ingressar na Doutrina do Amanhecer. Naquela época não existia instrução teórica no desenvolvimento, comecei direto pela prática, fazendo convite da entidade, puxada do sofredor, a doutrina (evangelização), a chave de entrega do sofredor, o passe magnético, quando em 27/09/1974, recebi a Iniciação Dharma-Oxinto, realizada por Tia Neiva, ainda no templo de madeira. Antes da minha iniciação presenciei a realização do primeiro ritual para entrega do Diploma do Doutrinador, seguido de outros. Desta data para frente iniciou-se a construção do novo Templo e os trabalhos foram transferidos para o pomar, ao ar livre, debaixo das mangueiras. Passados alguns meses, basicamente no ano de 1.975, os trabalhos retornaram ao local anterior já no novo Templo, com algumas partes ainda sem telhado. No Castelo dos Devas o Mestre Barros já fazia os primeiros registros dos médiuns, com a função de Coordenador e, em seguida Filho de Devas.
Neste mesmo ano, a nossa Mãe Clarividente dava início aos preparativos para uma nova etapa, o Mestrado. Começava chegar as primeiras orientações dos Planos Espirituais e, em uma de suas aulas, no domingo, fui chamado por ela, no Radar, quando me perguntou se gostaria de ser um Devas e, ao responder que “sim”, ela pediu ao corpo mediúnico presente uma salva de palmas, informando-me que a partir daquele momento eu teria que assistir todas as suas aulas e atender as suas convocações, quando necessário. Assim foi realizada a minha consagração como Filho de Devas. A seguir, Barros e eu fomos convocados por Tia Neiva para definir as classificações, as Falanges do Mestrado, os grupos dentro de cada Falange, quando fomos classificados como 1º e 2º Filhos de Devas e a partir daí preenchemos as demais vagas. Fizemos muitas reuniões com Tia Neiva para definir os Orixás, as atribuições de cada falange, classificar os médiuns e receber dela o ritual da Elevação de Espadas e, em 30/10/1975 foi realizada a 1ª Elevação no Templo Mãe, porém não tive condições de ser consagrado na referida data, por falta de indumentária, ocorrendo somente em 01/01/1976. Antes deste acontecimento já tinha participado, também, junto com o Barros, da preparação das primeiras Falanges Missionárias (Nityamas, Magos e Samaritanas) que foram trazidas para conduzir os rituais e compor o Aledá para a Elevação de Espadas. Posteriormente, cada Falange Missionária existente hoje foi chegando, conforme a necessidade dos trabalhos e rituais que iam sendo implantados, sendo entregue após a consagração dos Adjuntos Alufã-Barros e Adejã-Fróes, a responsabilidade pela emissão, pelo desenvolvimento, atribuições e eventos designados a cada missionária. Neste meio tempo a construção da Estrela Candente já estava em andamento e foram realizadas várias Elevações de Espada até sua inauguração em 1º de maio de 1.976. Antes deste evento participamos junto com Tia Neiva e o corpo mediúnico de alguns ensaios para definir as instruções sobre o ritual, o que deu origem mais tarde à Lei da Estrela Candente. Logo em seguida foi construída a Cabala, hoje Turigano, representando o Oráculo de Delfos, onde os mestres, na maioria consagrados Adjuntos em 1.978, fizeram a primeira transferência de forças ou heranças, conforme texto abaixo: As orientações sobre o mestrado não paravam de chegar da espiritualidade e sempre estávamos ao lado da Tia Neiva para elaborar as emissões, formar as falanges missionárias, fazer as devidas anotações sobre leis e rituais e receber instruções para o Ritual do 1º de Maio de cada ano, nas reuniões no Templo ou na Casa Grande. Cada ano, segundo a nossa Mãe, revivemos, nesta data, as heranças de uma ou mais encarnações. Por exemplo, o 1º Maio de 1.980, revivemos Veleda, a conjunção de 5 raízes, o prenúncio do 5º ciclo. Ainda no ano de 1.976 o Nestor (1º Mestre Jaguar) foi autorizado a ministrar aulas de centúria ( Précentúria), realizando em torno de 3 a 4 cursos antes da primeira consagração. Paralelamente à realização dos cursos, a nossa Mãe Clarividente ia recebendo o nome dos Povos que, segundo ela, eram Cavaleiros com 3 ou 4 metros de altura que representavam as forças das águas, das matas, das cachoeiras, do ouro e da prata etc. e em 30/10/1.977 foi realizada a 1ª Consagração de Centúria, da qual participei como Devas, juntamente com Barros, Capuchinho e Jorgito, na montagem/execução do ritual, quando fomos consagrados centuriões. Um pouco antes da data acima mencionada, alguns mestres que foram consagrados começaram a se definir na execução das atribuições no Templo e na Estrela Candente, destacando-se nos comandos dos trabalhos, buscando suas heranças e logo após algumas Consagrações de Centúria, no final do 1º trimestre de 1.978, aproximadamente, nossa Mãe Clarividente nos chamou para trabalhar na formação dos Adjuntos Koatay 108 Raio Adjuração Rama ou Raja 2000 (Arjuna Rama ou multiplicação divina), na implantação da estrutura hierárquica do Amanhecer, como doutrina iniciática, com o objetivo de se obter uma maior manipulação de energias, a força decrescente. De uma forma geral, a referida estrutura era composta dos seguintes mestres: Tia Neiva, Trinos Presidentes e Trinos Herdeiros, Adjuntos, 7º raios, 6º raios, Ninfas e Ajanãs.
O trabalho foi intenso até a data da Consagração em 1º de Maio de 1.978. Nesta época já existia em torno de 5.000 mestres e para se definir quem eram os Adjuntos, os Sétimos de cada Adjunto, os Sextos de cada Sétimo, os Ajanãs e Ninfas para cada Adjunto, tivemos que transportar os arquivos do Templo para a Casa Grande, onde Tia Neiva nos orientava na montagem do organograma, no formato oval semelhante ao Templo. Lembro muito bem que junto com o Capuchinho (in memória) fomos até um profissional (desenhista) para transferir a estrutura montada para papel manteiga, com a finalidade de se fazer cópias reduzidas para o preenchimento dos nomes de cada Adjunto e componentes. Na gráfica do Jorgito foi impresso o Sol Simétrico, contendo o nome dos Trinos Presidentes, Trinos Herdeiros e Adjunto e no dia do ritual todos assinaram, na presença da Clarividente, para certificar a consagração de cada mestre Adjunto. Com o desencarne da Tia Neiva não sabemos onde foi parar o original do organograma. Em fim, relacionamos todo corpo mediúnico por Adjunto e fizemos um quadro na entrada da Estrela Candente para o posicionamento dos componentes. O ritual teve início às 6 horas da manhã e término às 10 horas da noite e foi realizado no Santuário (Oráculo de Amon Ra), local situado no Lago de Iemanjá, no sentido oposto à Pirâmide, onde o Adjunto pediu a permissão para se espiritualizar, fazendo o juramento em frente à Clarividente e, próximo à Cabala, colocamos três tronos (Vale dos Reis), onde os Trinos Tumuchy, Araken e Sumanã, entregava a Lei do Arjuna Rama, devidamente assinada, após se espiritualizar no Oráculo de Amon Ra e sua solicitação em nome da Mãe Clarividente. A nossa Mãe não se afastou do local durante todo o ritual. Segundo ela qualquer deslize seria muito perigoso, porque foi aberto um portal de desintegração de forças, onde as heranças chegavam e eram manipuladas e transformadas em eflúvios luminosos. Dois meses após foi realizada uma nova consagração para a transferência dos Rajas para Ramas. Todos receberam a classificação de “ADJUNTO KOATAY 108 RAIO RAMA ADJURAÇÃO”, incluindo os que eram “Solitários Decrescente”. Os ensinamentos chegavam incessantemente através de nossa Mãe Clarividente, por cartas, aulas no Templo, na Casa Grande. Após o Trabalho Oficial, acompanhávamos a Tia até a Casa Grande, com o pretexto de tomar um cafezinho, onde as instruções continuavam até 4 ou 5 horas da manhã, o que apelidamos de “CORUJÃO” e o café com leite e pão tinha um sabor muito especial. Nestes corujões recebíamos muitas lições e algumas vezes tínhamos a presença do Pai Seta Branca, Pai João, Mãe Tildes, Tiãozinho e outros trazendo novos trabalhos e decisões importantes para a Doutrina, inclusive fazíamos muita mentalização em favor dos nossos governantes. Em alguns momentos manifestavam, também, espíritos sofredores, como um ex-colega de trabalho do Mestre Mário Sassi. Após a Consagração foi permitida, por um período, a migração dos componentes de um para outro Adjunto, com a finalidade de ajustes. Contudo, somente em maio de 1.984, com o surgimento da Lei Dharma Oxinto restringiu-se por completo a mudança de Adjunto, com exceção dos casos excepcionais, após avaliação de Tia Neiva e dos Trinos Presidentes. Sem muita precisão nas datas, a partir do final de 1.978 até 1.985 muitos fatos e eventos ocorreram, destacando-se os seguintes: Os Trinos Presidentes recebem o título de Arcanos e posteriormente os Adjuntos. Em seguida chegaram os Cavaleiros dos Trinos e Adjuntos, dando nova forma às emissões. Os 7º Raios e 6º Raios começaram a emitir com o mesmo Cavaleiro do Adjunto, utilizando os prefixos “Randyê” e “Katon”, respectivamente. Algum tempo depois os Trinos e Adjuntos recebiam o nome dos seus Ministros e a cada classificação a emissão sofria os ajustes necessários sob a supervisão da Clarividente e elaboração dos Adjuntos Alufã, Adejã. Mais um pouco, vieram os Cavaleiros na individualidade com o prefixo “Anday” e para o Ajanã “5º Yurê” substituindo os Cavaleiros do Adjunto e mais na frente a chegada das Guias Missionárias, para Ninfas Sol e Lua, sob regência dos Turnos Reili e Dubali, Sabarana e Doragana. Depois dos Cavaleiros e Guias, se apresentaram à Clarividente, os Ministros dos mestres Adjuração e Ajanã. Para entrega dos nomes foram organizados os rituais, no Aledá do Templo, Turigano (Via Sagrada) e por último Casa Grande até o desencarne de nossa Mãe Clarividente.
Poucos meses após a Consagração do Adjunto, a preocupação de nossa Mãe Clarividente tornava-se evidente, uma vez que a nova estrutura montada não estava produzindo os resultados esperados, as forças não estavam chegando, devido a falta de entendimento de nós outros, Adjuntos e componentes e, consequentemente, da quebra de uma contagem. Ela promoveu várias apresentações do Adjunto com o seu povo para corrigir as falhas e não conseguiu. A contagem estabelecida era perfeita, contudo, não era obedecida. Alguns Adjuntos apresentavam mais de 7 Sétimos e outros menos e cada Sétimo mais de 6 Sextos e outros não conseguiam chegar à quantidade desejada. Foi quando o Pai Seta Branca sentindo o esforço e a preocupação de nossa Mãe Clarividente trouxe-lhe a solução, acabando a obrigatoriedade de uma quantidade fixa e transformando a estrutura do Adjunto em um “CONTINENTE”, chegando, ao mesmo tempo, novas classificações, as Estrelas e Turnos de Trabalho, para garantir a “CONTAGEM” e uma preparação melhor do Jaguar para outros eventos. Diante do exposto fomos convocados para definir junto com Tia Neiva, na Casa Grande (denominado SÉTIMO), quais as classificações que deveriam permanecer, uma vez que várias classificações anotadas por nossa Mãe, apesar de textos diferentes, eram semelhantes ou tinham as mesmas características. Quase ao mesmo tempo, outros trabalhos foram sendo implantados, como Unificação (Quadrantes), Turigano, Randy, Cruz do Caminho, Leito Magnético, Abatás, Alabá, Estrela Sublimação e os Sandays, sempre com a participação dos Devas Arcanos (Alufã, Adejã e Umaray), nos ensaios e muitas vezes na elaboração das instruções, assim como nas Consagrações de Falanges Missionárias, Consagração de Enlêvo, Consagração de Falanges do Mestrado e de Adjunto. A nossa Mãe Clarividente deixou a mesa posta e após a sua partida o Doutrinador deu continuidade aos trabalhos, aos rituais e consagrações. Além dos rituais e escalas no Templo Mãe, os Devas assumiram, também, a missão nos Templos do Amanhecer há, aproximadamente, 25 anos, presenciando muitas conquistas do povo, dos Presidentes e suas ninfas, principalmente do Trino Ajarã, em todo território nacional. Desde já, me coloco à sua disposição, para quaisquer esclarecimentos mais detalhados sobre este e outros assuntos doutrinários. 

ADJUNTO ADEJÃ-FRÓES 2º FILHO DE DEVAS

Projeto - Terço de Pai João no Templos do Amanhecer

 Salve Deus!

Este é um trabalho feito para todos os Templos do Amanhecer, onde através de forma detalhada, o arquivo que está pronto para download trás informações como confeccionar o Terço de Pai João que é fixado acima dos Tronos, faça o download no link abaixo:

           Click no link acima para baixar:

Uniforme Aspirante

 Sabemos que á muita dificuldade dos templos que estão iniciando de ter alguns arquivos básicos para começar sua caminhada, assim com o modelo correto do uniforme do médium aspirante, pensando nisso disponibilizamos aqui os dois modelos masculino e feminino para que possam ter como exemplo e assim confeccionar seu uniforme da forma correta e dentro das leis do Vale do Amanhecer.
EXEMPLO DE UNIFORME - MODELO DE VESTIDO FEMININO.

EXEMPLO DE UNIFORME -  MODELO DE JALECO E CALÇA SOCIAL PRETA MASCULINO.

FASCÍCULO 1 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS

Leia o livro clicando no link acima:

 

FASCÍCULO 2 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS

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FASCÍCULO 3 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS  

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FASCÍCULO 4 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS

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FASCÍCULO 5 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS   

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FASCÍCULO 6 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS 
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FASCÍCULO 7 - INSTRUÇÕES PRÁTICAS

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Caboclo Pena Branca – Pequena História

clip_image002Pena Branca nasceu em aproximadamente 1425, na região central do Brasil, hoje, entre Brasília e Goiás, onde seu pai era o Cacique da tribo.
Era o filho mais velho de seus pais e desde cedo se mostrou com um diferencial entre os outros índios da mesma tribo, era de uma extraordinária inteligência.
Na época não havia o costume de fazer intercâmbios e trocas de alimentos entre tribos, apenas algumas tribos faziam isto, pois havia uma cultura de subsistência, mas o Cacique Pena Branca foi um dos primeiros a incentivar a melhora de condições das tribos, e por isso assumiu a tarefa de fazer intercâmbios com outras tribos, entre elas a Jê ou Tapuia e Nuaruaque ou Caríba.
Quando fazia uma de suas peregrinações ele conheceu na região do nordeste brasileiro (hoje Bahia), uma índia Tupinambá que viria a ser a sua mulher, chamava-se “Flor da Manhã” a qual foi sempre o seu apoio.
Como Cacique Tupinambá, foi respeitado pela sua tribo de tupis, assim como por todas as outras tribos e principalmente a maior rival, os Caramurus, que após a chegada dos portugueses se uniram aos Tupinambás, nascendo então outra nação indígena, a nação Caramurú-Tupinambá, na qual Pena Branca passou a ser o Cacique Geral, apesar disso, continuou seu trabalho de itinerante por todo o Brasil na tentativa de fortalecer e unir a cultura indígena.

Certo dia Pena Branca estava em cima do Monte Pascoal no sul da Bahia, e foi o primeiro a avistar a chegada dos portugueses nas suas naus, com grandes cruzes vermelhas no leme.
Esteve presente na primeira missa realizada no Brasil pelos Jesuítas, na figura de Frei Henrique de Coimbra. Desde então procurou ser o porta-voz entre índios e os portugueses, sendo precavido pela desconfiança das intenções daqueles homens brancos que ofereciam objetos, como espelhos e pentes, para agradá-los. Aprendeu rapidamente o português e a cultura cristã com os jesuítas.

Teve grande contato com os corsários franceses que conseguiram penetrar (sem o conhecimento dos portugueses) na costa brasileira – muito antes das grandes invasões de 1555 – aprendeu também a falar o francês.

Os escambos, comércio de pau-brasil entre índios e portugueses, eram vistos com reservas por Pena Branca, pois ali começaram as épocas de escravidão indígena e a intenção de Pena Branca sempre foi a de progredir culturalmente com a chegada desses novos povos, aos quais ele chamava de amigos.

O Cacique Pena Branca faleceu no ano de 1529, com 104 anos de idade, deixando grande saudade a todos os índios do Brasil, sendo reconhecido na espiritualidade como servidor na assistência aos índios brasileiros, junto com outros grandes espíritos, como o Cacique Cobra Coral e Cacique Tupinambá.

Apesar de não ter conhecido o Padre José de Anchieta em vida, já que este chegou ao Brasil em meados de 1554, Pena Branca foi um dos espíritos que ajudou este abnegado jesuíta no seu desligamento desencarnatório e por isso Padre José de Anchieta trabalha atualmente em conjunto com Mestre Pena Branca.

Imagem do Cristo para colocar no Templo

Download – Imagem Cristo para ser colocado no Templo

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Salve Deus! 
Prezados irmãos. Esta arte é específica para uso dos Adjuntos, no sentido de colocarem no interior do Templo à frente da Cruz central, caso vocês não tenham adquirido ainda, ou não disponham de condições de adquirir a estátua. 
O processo é simples. 
Faça o download da imagem completa acessando o link acima.






TERCEIRO SÉTIMO DOS TRÊS CAVALEIROS DA LUZ
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domingo, 4 de maio de 2014


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A História da Condessa de Natanry

     A história da Condessa de Natanry começa antes do episódio da Queda da Bastilha, marco da Revolução Francesa, entre o fim do século XVIII e início do século XIX, que inclusive nesta época do ano revivemos as tristes vibrações e sofremos ainda as consequências do que desajustamos por não saber amar. A primeira Ninfa preparada para representar a Condessa foi Teresinha Bastos, a “Teresinha Cantora” que tão bem interpreta nossos mantras. Ela assumiu esse papel nos primeiros rituais. Revolucionários que não concordavam com o regime monarquista na França entravam nas casas dos nobres, cometiam atrocidades, assassinavam as pessoas, marcavam essas casas com cruzes de sangue. Tia Neiva dizia ser a Condessa era uma mulher rica, poderosa, altiva e era muito influente na sociedade francesa da época, porém seu marido foi acusado, antes da tomada do poder, de fazer parte desse movimento revolucionário. A condessa assistiu ao julgamento de seu marido e mesmo com todo o seu poder e influência, o mesmo foi condenado à morte, apesar de ser inocente. A partir deste dia, por causa dessa injustiça, ela mudou seu comportamento e começou a participar de todos os julgamentos que aconteciam naquela época, lutando para que a justiça sempre prevalecesse. Nos planos espirituais, quando um líder se desvia do roteiro traçado para sua encarnação, correndo o risco de colocar a perder muitos mais, pela sua condição de liderança, existe um julgamento, chamado de Leilão, que ocorre quando os mentores daquele espírito, em conjunto com altas entidades, julgam se devem ou não desencarná-lo, pois aquela conduta desviada pode levar inocentes a agravarem seus carmas. Quando a Condessa desencarnou, a espiritualidade a colocou junto a estes Leilões. Ela ainda se veste de preto devido ao seu papel de “testemunha dos tempos”, como também por ter sido viúva de um homem injustiçado. Hoje é uma entidade de altíssima hierarquia e teve várias encarnações junto aos Jaguares. No ano de 1982, por determinação de Pai Seta Branca, Tia Neiva iniciou o trabalho de Julgamento. Preparou, então, a representante da Condessa Natanry, na qualidade de testemunha dos tempos vividos pelos Jaguares, figura que tornou-se obrigatória nos Julgamentos e Aramês, perante a qual os prisioneiros e prisioneiras devem passar e prestarem reverência antes de retirarem suas atacas e exês, pois representa o espírito da justiça zelando pelo cobrado e pelo cobrador. Ser representante da Condessa Natanry é ter o compromisso de zelar pela sua conduta e equilíbrio perante o corpo mediúnico, tornando-se um referencial positivo para seus irmãos e irmãs da Doutrina do Amanhecer. Importante lembrar que as representantes não são uma falange missionária específica, podendo pertencer a qualquer outra falange.