terça-feira, 17 de junho de 2014

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Localização - Nagoito do Amanhecer - Templo Manacapuru - AM

O templo Nagoito do Amanhecer está localizado no município de Manacapuru no Estado do Amazonas, pertencente à Mesorregião do Centro Amazonense e Microrregião de Manaus, localiza-se a sul de Manaus, capital do estado, distando desta cerca de 84 quilômetros através da rodovia AM - 070, conhecida popularmente como Estrada Manuel Urbano, facilmente acessado hoje através da Ponte sobre o Rio Negro e que também dá acesso a outro templo do Ministro Nagoito na região, este localizado no município de Novo Airão.

Endereço: Rodovia AM 070, Ramal Uirapuru - Rua Vitoria, 335 - Bairro: Vale Verde
Presidente: Mestre Messias Pereira - Adjunto Nagoito
Telefones: (92) 3525-5078, 9115-1644




quinta-feira, 5 de junho de 2014

VÍDEO - Nagoito do Amanhecer - Manacapuru - AM

video

FOTOS - Nagoito do Amanhecer - Manacapuru - AM








































História - Manacapuru - AM

História de Manacapuru, um município brasileiro localizado no interior do estado do Amazonas, especificamente na Região Metropolitana de Manaus, tem suas origens voltadas à 1774. 

Manacapuru era uma área povoada pelos índios Muras, que já dominavam a região havia alguns anos. Os índios Muras eram considerados hostis e belicosos pelos Portugueses e outros colonizadores, devido as grandes contendas que estes armavam perante às tentativas de colonização. Eles também tornaram-se conhecidos por integrarem a luta com os cabanos em meados do Século XIX, no movimento que ficou conhecido como Cabanagem. Somente em 1774 que os Muras foram pacificados, através de Matias Fernandes. Matias Fernandes era diretor da aldeia de Santo Antônio do Imaripi, que se situava no Rio Japurá.
Por volta de 1785, já era existente à margem do rio Solimões, pouco abaixo da foz do rio Manacapuru, uma Feitoria de Pesca, chamada Caldeirão, cuja produção pesqueira era destinada ao abastecimento da guarnição militar sediada em Barcelos, que a essa época era sede da Capitania, pouco antes de Manaus. Essa feitoria pesqueira era mantida sob a responsabilidade administrativa de Sebastião Pereira de Castro.1




Ainda em 1774, no mês de setembro, Sebastião Pereira de Castro escreveu uma carta ao General Pereira Caldas, informando a grande migração de índios Mura para a atual região do município de Manacapuru. "um grosso número de gentio mura, que desejava estabelecer-se nas vizinhanças". O General Pereira Caldas, em contrapartida, recomendou que os índios fossem deslocados para a povoação de Anamã ou outro lugar designado pelo próprio Sebastião de Castro. O local escolhido foi a margem do lago Manacapuru, onde os indígenas, que na época totalizavam 290 pessoas, se estabeleceram, em 15 de fevereiro de 1786, edificando a povoação que recebeu o nome do lago: Manacapuru.1

Sebastião identificou esta migração como
Formação administrativa
A Freguesia de Nossa Senhora de Nazaré de Manacapuru foi criada em 12 de agosto de 1865, através da Lei n.° 148. A sede da Freguesia foi a povoação de Manacapuru.
A povoação de Manacapuru, que era sede da Freguesia, só emancipou-se politicamente em 27 de setembro de 1894, através da Lei n.° 83, que o transformou definitivamente em um município. Para a criação do município, foi desmenbrado território do município de Manaus, que a esta época, já era capital da Província. A instalação definitiva dos poderes em Manacapuru ocorreu no dia 16 de junho de 1895.
A Comarca de Manacapuru foi criada pela Lei n.° 354, de 10 de setembro de 1901. Através da Lei n.° 1.126, de 5 de novembro de 1921, foi extinta a comarca de Manacapuru, que foi restabelecida no ano seguinte, 1922, conforme Lei n.° 1 133, de 7 de fevereiro.

O Ato estadual n.° 1.639, de 16 de julho de 1932 concedeu à sede do Município foros de cidade. De acordo com a divisão administrativa vigente em dezembro de 1959, Manacapuru era composto perrês distritos: Manacapuru, Beruri e Caapiranga, sendo que estes dois últimos emanciparam-se anos mais tarde.

História - Novo Airão - AM

Conheça Novo Airão.

O povoamento da região teve início com ocupação das áreas ribeirinhas do Rio Negro, no século 17. Em 1668 aparece um povoado nas proximidades da foz do riacho Aruim, depois mudada para foz do rio Jaú. Em 1759 o nome muda novamente, dessa vez para Airão, seguindo as ordens do marquês do Pombal. Com o passar do tempo, o passado foi dando lugar à modernidade e relíquias foram abandonadas. Em 1950, as ruínas que marcaram a história do município estavam em estado precário e hoje, passam por um processo de tombamento pelo Instituto de Patrimônio Histórico Brasileiro (Iphan). Atualmente, 80% da área do município é protegida por unidades de conservação ou reservas indígenas. Também é possível conferir de volta à cidade, as ruínas de 11 edificios, do cemitério e da igreja do século 18, um símbolo da cidade. Há ainda espalhados por Novo Airão inúmeros sítios arqueológicos, todas do tipo petróglifo - gravações em pedras. Existe também pontos de habitação e acampamentos da época pré-histórica.


Novo Airão está localizada a pouco mais de 180 km de Manaus e, agora, é possível alcançá-la facilmente através da recém-inaugurada Ponte Rio Negro. A imponente obra de engenharia, que também se tornou um ponto turístico, eliminou o antigo sistema de balsas e as desgastantes horas de espera nas filas.


Onde a lenda ganha vidaA atração mais famosa da cidade é a possibilidade de interagir com os botos que regularmente visitam o flutuante da Dona Marilda. Há alguns anos, essa senhora e as suas filhas começaram a alimentar os botos que de vez em quando chegavam próximo às margens do rio. Os bichos gostaram tanto do agrado que passaram a voltar constantemente. O fato logo se espalhou e, hoje em dia, vários turistas vêem regularmente a Novo Airão para alimentar e ver de perto esse animal tão emblemático da fauna amazônica. A entrada no flutuante custa R$10,00.

Dois parques nacionais em um só lugar. Mas Novo Airão possui outros atrativos além dos botos. Sua localização estratégica a coloca como ponto de partida para dois dos mais importantes parques nacionais da Amazônia: o Parque Nacional de Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú.


Anavilhanas é considerado o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com cerca de 400 ilhas (o primeiro lugar da lista também encontra-se aqui no Rio Negro, em Barcelos). Para visitá-lo, basta alugar uma voadeira (pequeno barco movido a motor) e iniciar um passeio de pouco mais de uma hora entre os labirínticos corredores verdes do arquipélago. Durante a vazante do Rio Negro, belas praias surgem no entorno das ilhas, sendo possível parar para tomar um refrescante banho em algumas delas. Já durante a cheia, o destaque são as impressionantes imagens da floresta inundada. O nível das águas atinge a copa das árvores e a impressão é que elas simplesmente brotam do meio do rio. Outro grande passeio partindo de Novo Airão é uma visita ao Parque Nacional do Jaú. Localizado logo após as Anavilhanas, este é o segundo maior parque nacional do Brasil, com uma área superior ao estado de Sergipe e declarado pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade.
                               
Chegamos até o parque apenas através do Rio Negro, num percurso que dura cerca de 3 horas em voadeira. A melhor época para visitar o Jaú é definitivamente de setembro a janeiro, durante a vazante dos rios. Nessa época, logo na entrada do Parque, o visitante já se depara com a extensa faixa de areia da Praia da Velha, ótima para um banho depois da longa viagem. Em seguida, a dica é desbravar as corredeiras do Rio Carabinani, que revela um belíssimo leito rochoso que contrasta com a densa floresta que domina as suas margens. No meio das rochas, pequenas quedas d'água e piscinas se formam, convidando a um mergulho. O parque conta também com algumas pequenas cachoeiras, como a do Igarapé Preto, que apesar do nome deságua em uma hipnótica piscina natural de águas vermelhas.

Podemos citar ainda como atrações a trilha que leva até uma grande Samaúma, árvore amazônica que pode atingir até 40 m de altura e possui gigantescas raízes tabulares, além dos incrivelmente detalhados petróglifos, gravuras rupestres presentes em diversas rochas ao redor do parque que comprovam a milenar ocupação da região. No final do dia, o espetáculo fica por conta da revoada dos pássaros e das cores do pôr-do-sol refletidas nas águas do rio. 
Por fim, antes de deixar o município, vale a pena visitar a cidade fantasma de Velho Airão. No início do século passado, essa pequena cidade servia de entreposto comercial para a borracha extraída das regiões do Médio e Alto Rio Negro. Porém, segundo conta uma lenda local, ela foi subitamente tomada por uma horda de formigas de fogo. Seus moradores então foram forçados a abandonar a cidade e acabaram fundando um outro povoado, dando origem a Novo Airão. Hoje em dia, é possível visitar as ruínas de alguns casarões que, abandonados, são aos poucos retomados pela floresta. Velho Airão localiza-se pouco antes da entrada do Parque Nacional do Jaú e também só é acessível pelo rio.

Resumindo...

Distância de Manaus: 180 km

Como chegar:

De carro ou de ônibus, atravessando a Ponte Rio Negro. Já do outro lado do Rio Negro, siga pela rodovia AM-070 (Estrada Manoel Urbano) e, no Km 80, vire à direita e siga pela rodovia AM-352 que leva até Novo Airão.

Não deixe de ver/fazer:

Interagir com os botos do flutuante da Dona Marilda;
Visitar os corredores verdes, lagos e praias do Parque Nacional de Anavilhanas, incluindo as praias do Meio, Bararuara, Camaleão ePirapiema;
Visitar o Parque Nacional do Jaú, incluindo a Praia da Velha, o Rio Carabinani, a Cachoeira do Igarapé Preto e uma trilha até uma enorme Samaúma;
Visitar as ruínas de Velho Airão;
Visitar as Grutas do Madadá.

- Antigamente, qualquer visitante podia alimentar os botos e até mesmo nadar com eles. Porém, a falta de controle sobre a atividade começou a gerar diversos problemas, como o sobrepeso dos animais (devido ao excesso de alimentos) e até mesmo danos físicos (devido ao hábito de alguns turistas de agarrar os botos dentro da água). Agora o IBAMA tenta regularizar esta inusitada atração turística, sendo proibida a entrada das pessoas na água junto com os animais. Além disso, a alimentação é realizada apenas de hora em hora (começando às 9h e terminando às 17h) e é feita exclusivamente pelos funcionários do flutuante. Aos visitantes, resta observar, tocar e tirar fotos dos botos. Apesar de parecerem rígidas, as restrições são necessárias para garantir o bem estar dos próprios botos e, acreditem, não diminuem em nada o encanto de estar tão perto desse fascinante animal amazônico. 

- A melhor época para visitar Novo Airão é de setembro a janeiro, quando a vazante dos rios revelam praias de areia branca e o leito rochoso do Rio Carabinani. Entretanto, durante o resto do ano, o Arquipélago de Anavilhanas também revela belas paisagens da floresta inundada.

- Para visitar o Parque Nacional do Jaú, é necessário obter uma autorização prévia do ICMBio, que só pode ser concedida em Manaus. A taxa é de cinco reais por pessoa.

- Uma outra opção de travessia do Rio Negro é através de voadeiras que saem do Porto de Manaus (centro). O preço é de R$5 por pessoa e a travessia dura cerca de 15 minutos.

- Após atravessar o Rio Negro, caso você não esteja de carro, a maneira mais fácil de chegar em Novo Airão é contratando um táxi lotação. O preço é de R$140 para um grupo de até 4 pessoas. É recomendável ligar no dia anterior para combinar os detalhes da viagem.

- É possível também chegar à Novo Airão de ônibus a partir de Manaus, mas os horários de saída são restritos. O preço da passagem (apenas um trecho) é de 35 reais e o trajeto dura cerca de cinco horas, pois o ônibus vai primeiro até a cidade de Manacapuru.

- As rodovias AM-070 e AM-352 estão em boas condições de tráfego. Entretanto, é preciso tomar cuidado, pois as pistas são muito estreitas.

- É preciso prestar atenção na quilometragem da rodovia AM-070, pois a placa que indica o início da rodovia AM-352, que leva até Novo Airão, fica um pouco escondida. Muitos turistas desavisados passam direto pela entrada da rodovia e chegam até a cidade de Manacapuru. Para chegar a Novo Airão, vire à direita no KM 80 da AM-070.

- Uma das melhores formas de ver Anavilhanas e admirar sua grandiosidade é através de um sobrevôo panorâmico. Infelizmente, as agências de turismo cobram cerca de R$800 por pessoa para um vôo de uma hora.

- A forma mais fácil e econômica de conhecer o arquipélago é contratando um dos barqueiros que ficam nas margens de Novo Airão. O passeio dura cerca de uma hora e permite conhecer de perto os labirínticos corredores verdes do Parque. O preço é de R$65 para um grupo de até cinco pessoas. Passeios mais longos devem ser combinados com o barqueiro.

- Sempre combine os passeios de barco diretamente com os barqueiros, pois assim você terá flexibilidade para negociar preços e até mudar o roteiro durante o próprio passeio, se assim desejar. Às vezes, alguns agenciadores ficam na praia oferecendo passeios em nome dos barqueiros. Evite comprar estes pacotes.

- O trajeto até o Parque Nacional do Jaú leva cerca de três horas, apenas para chegar lá. O passeio custa R$100 por pessoa, para um grupo de no mínimo oito pessoas, e também inclui uma visita a Airão Velho e as Grutas do Madadá. Procure o barqueiro Reco, cujo barco possui a potência necessária para fazer a viagem com a duração mencionada, tornando possível retornar no mesmo dia (a maioria dos barqueiros irá lhe dizer que a viagem dura cinco horas e que é preciso pernoitar no Parque). No entanto, vale a pena verificar as condições e os preços para um pernoite no Parque, pois o passeio de apenas um dia se torna bastante cansativo.

- Não deixe de visitar o Centro de Atendimento ao Turista (CAT) para obter mais informações sobre todos os passeios e atrações disponíveis na cidade. Este centro, no entanto, não está preparado para receber os visitantes como o seu equivalente de Presidente Figueiredo.

- A oferta de pousadas em Novo Airão ainda é bastante limitada, principalmente se comparada com Presidente Figueiredo. Mesmo assim, o município já conta com duas opções de hospedagem mais sofisticadas (Anavilhanas Jungle Lodge e Mirante do Gavião). Dentre as alternativas simples, a mais bem recomendada é a Pousada Bela Vista, que faz jus ao seu nome. Em todos os casos, o número de leitos é pequeno, por isso é recomendável fazer a reserva com antecedência. 

Para ver fotos de Novo Airão e seus Parques Nacionais, clique aqui.

Contatos



Escritório do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em Manaus
Telefone: (92) 3232 7040
Email: parnajau@gmail.com

Centro de Atendimento ao Turista (CAT) de Novo Airão
Telefones: (92) 9130 8740 (falar com Sr. Derosi) / (92) 9294 7251 (falar com Anailce) / (92) 9315 5674 (falar com Vera)
Horário de funcionamento: Todos os dias, de 8h às 18h. 

Associação de Barqueiros e Guias de Novo Airão
Telefone: (92) 9159 9272 (falar com Reco)Táxis Lotação

Telefones: (92) 9169 7559 / (92) 9167 7114 (falar com Eduardo)

Rodoviária de Manaus
Telefone: (92) 3632 2568

Pousadas em Novo Airão
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* Município ainda não visitado por mim. Descrição baseada em relatos de terceiros e informações encontradas na internet.