terça-feira, 7 de outubro de 2014

O PESO DAS CLASSIFICAÇÕES

Salve Deus!

É sabido que a Doutrina do amanhecer tem um processo de hierarquização bastante acentuado e consistente e, que sua sustentação é baseada nesses valores porém, o entendimento dessa hierarquia e o postulado das classificações precisa de mais entendimento pessoal e o mais delicado uma aplicação mais espiritual que humana.
Nossos valores que fazem o nosso sistema técnico mediúnico é puramente espiritual, independem da cultura clássica da Terra, do posicionamento social e também de valores calcados em finanças.
Esse sistema é baseado intrinsicamente em heranças transcendentais, os quais são carreados através de um sistema iniciático, cujas energias ultrapassam os portais interdimensionais para que o homem comprometido com suas juras transcendentais possa dispor desses poderes em função do bem comum ou seja, da cura desobsessiva.
Muito embora, seja de direito as heranças transcendentais ela representam um conjunto de forças e fatos acumulados durante várias encarnações. Cada uma dessas etapas reencarnatórias estão repletas de conquistas e também de perdas as quais, cada ser precisa depurar, transmutá-las e hoje dentro desse poder iniciático que a Doutrina do Amanhecer usar em seu favor.
O desenvolvimento mediúnico, que na verdade é uma readequação , um aprendizado de técnicas mediúnicas para condicionar o homem nesse terceiro milênio melhorar sua condição espiritual nas mais variadas formas que oferece a doutrina do amanhecer.
Vamos analisar como isso ocorre com o Jaguar, de forma mais aprofundada e suas implicações:
Para o Doutrinador esse fenômeno pode ser despertado à partir do momento em que é definida sua mediunidade e ele começa a ser formado como um comandante. Já em sua centúria, todos os poderes que lhe competem é movido nos planos espirituais e ele começa a buscar suas classificações e essa tem um peso em seu subconsciente de forma muito intensa, é poder de ser, um comandante, um adjunto que tem uma força e atuação pesada em seu dia a dia.
Muitas vezes esse poder contrasta com sua vida nesse terceiro plano. Pois esse homem em sua vida diária é um comandado e até em sua vida familiar é submetido aos mando de seus familiares. Mas, no templo ele é um comandante com todas as prerrogativas que essa condição lhe dá. Portanto, ficam sob seus jugo muitas outras pessoas e nessa hora pela força do carma é colocado ao seu lado justamente aquele que um dia ele se indispôs, feriu ou foi ferido.
Também nos diz nossa Clarividente que “Uma multidão silenciosa nos acompanha e assiste nossas ações”, portanto, nessa multidão estão com certeza, inúmeros cobradores e dependo do padrão vibratório daquele comandante todo tipo de influencias podem ocorrer.
Nessa hora, ele toma por sua conta e risco, as mais estapafúrdias decisões as quais são de extrema gravidade que podem até retirar um mestre ou ninfa da doutrina.
Nos trabalhos espirituais, também dependendo de seu padrão vibratório, ou baseada na falsa afirmação que ele é o Adjunto e tem sua lei, distorce o andamento e condução de um trabalho fazendo-o segundo a sua visão pessoal. Nessa hora ele ostenta suas classificações, que é o Adjunto, O Arcano ou o comandante e que assume as responsabilidades daquelas atitudes.
Nossa Doutrina tem um sistema de autoproteção e essa se estende aos pacientes por isso, mesmo as mais desairadas atitudes de um Mestre o prejuízo, ou a fatura como diz comumente o Mestre João Ramalho Adjunto Arumã é contabilizado em sua conta espiritual.
Um certo amigo comentou comigo certo dia em sua preocupação de estarmos sós, ou fazendo e falando sozinho quando ultrapassamos nossas limitações e poderes confiados, segundo nossa Clarividente quando o Mestre vai além de seus limites e poderes confiados, seu Ministro lhe deixa, volta a sua origem e não mais volta.
Como poderes espirituais que nos são confiados, e dessa maneira estamos manipulando um poder que não é nosso, teremos um dia, talvez no anfiteatro, prestar conta de cada célula de energia ou bônus que nos foi confiados nos poderes decrescente e iniciático de Koatay 108.
As classificações e consequentemente hierarquia delegados por eles tem uma condição inversa do poder. A espiritualidade em muitas circunstâncias equipa um Mestre; seu Ministro lhe confia um povo para que ele possa acima de qualquer situação “possa servir” e não “ser servido”, não usar dos poderes que foram confiados para enganar as pessoas, não usar a doutrina para induzir ou fazer se de rogado diante daqueles que indefesos, com suas frustações pessoais, emocionais, suas terríveis obsessões, que na verdade, sãos os filhos do Ministro, no qual ele é o Adjunto, e ele portanto lhe confiou para que fosse os conduzisse na doutrina onde os valores primordiais são Humilde, Tolerância e Amor.


Mestre Gilmar
Adjunto Adelano
Fonte: Blog do Adj. Adelano